Desenvolvimento de Carreira

Quando o lado empreendedor fala mais alto

Escrito por @transfigurarte

Atualmente temos acompanhado tudo o que vem acontecendo no nosso cenário sócio-político-econômico… As demissões em massa, desemprego, empresas fechando suas portas, entre outras dificuldades, e paralelamente a esse processo, nós percebemos, seja por vontade, necessidade, oportunidade ou falta de opção, um crescimento significativo de pessoas que começaram a empreender nesse período.

Pessoas que estão descobrindo ou redescobrindo suas habilidades e talentos adormecidos, que praticam sua nova receita e vão à luta. Eu acho esse movimento interessante porque no cenário anterior havia uma parcela menor de pessoas que empreendiam e que relatavam ter medo de arriscar e de não saber quanto irão ganhar. E o que acontece agora?

Será que essa mudança significa que os novos empreendedores perderam o medo ou optaram empreender por não ver alternativa no momento? Eu acredito que seja a segunda opção. Antes havia o medo de arriscar porque tinham um emprego que lhes garantiam renda fixa, benefícios e direitos trabalhistas. A partir do momento que se perde isso e se encontram com dificuldade de se restabelecerem num outro emprego se sentem obrigados por necessidade de sobrevivência ou estimulados por terem perdido aquilo que gostariam de ter largado, mas que não tinham coragem. E assim, começam a olhar para si mesmos e, talvez, aí, descubram coisas, que não viam ou não reconheciam como valor e decidem investir e apostar em suas idéias porque, afinal de contas, o “não”, essas pessoas já receberam e elas vão em busca do “sim”.

Portanto que a pesquisa deste ano da DMRH – Decision Making Recursos Humanos – apontou que se dinheiro não fosse uma preocupação, 83% e 77% de jovens de média e alta gestão, respectivamente, prefeririam fazer o que gostam, se dedicar à vida pessoal e abrir seu próprio negócio. Ou seja, perceberam que o modelo atual de trabalho não satisfaz a maioria das pessoas e que as mesmas buscam ter paixão e prazer com o trabalho, serem reconhecidas e fazerem a diferença no mundo.

Diante disso, será que a preocupação com o dinheiro deve vir antes da preocupação em estarmos felizes e satisfeitos? E se nos atentarmos a nos olharmos primeiro, como pessoa, e encontrarmos aquilo que amamos e nos inspira, de alguma forma o retorno financeiro não virá?

Se você quer empreender e não sabe bem por onde começar e quiser encontrar e aprimorar suas habilidades empreendedoras, estou com o Workshop: “O que falta para você empreender?”, que participou da Semana Global de Empreendedorismo em 2014. E o melhor, ele pode ser realizado individualmente ou em pequenos grupos com hora marcada e com carga horária de 6 horas no Espaço Transfigurar-te – Desenvolvimento Humano. Espero por você!

Por Luana Menezes

Sobre o autor

@transfigurarte

Transfigurar-te - O Espaço Transfigurar-te foi fundado pelas Psicólogas:
Luana Menezes e Vanessa Gonçalves, especializadas no desenvolvimento humano.

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